nilzélia oliveira
terça-feira, março 20, 2007
quinta-feira, março 15, 2007
sexta-feira, março 09, 2007
sexta-feira, março 02, 2007
aNa B.
.: Lançamento de Livro :. Lançamento do Livro de poesia As Patas Posteriores das Pulgas por aNa B. O lançamento será no dia 7 de Março de 2007 pelas 18 horas no Teatro Académico de Gil Vicente (Praça da República) em Coimbra. | ||||
segunda-feira, fevereiro 26, 2007
A indiferença mata a fome não
pede um trocado,
um passe
n´outro dia
o reconhecemos
e não lhe damos nada
Lourenço Cardoso
quarta-feira, fevereiro 21, 2007
2007

Após um tempo hibernados, estamos de volta!
A tod@s que se aventuram a percorrer esse território dos sentidos, esperamos partilhar e trocar nossas divagações, sensações, impressões e muito mais!
quinta-feira, setembro 07, 2006
Saudações
que resistem a cada dia a distancia
e saudade de sua terra
Em busca de resposta
a realidade posta,
a pátria
que em meio a tanta turbulência
clama!
Rita
sexta-feira, agosto 25, 2006
Bush I & II [além de seus mestres e seus discípulos]
aquele que se encontra
em franca
desvantagem
é de uma
brutal
covardia
é feito ser ratoeira
que espera
à espreita
aquele que classificou
como rato
Lourenço Cardoso
quinta-feira, agosto 24, 2006
A (revira)Volta

Avisa aí que estou voltando!
Estou voltando
Só que não venho sozinho!
Comigo e em mim trago outros com os quais talvez não saibas lidar.
Porque por ti estes já foram esquecidos
E há em mim o desejo de vos fazer lembrá-los.
Mas avisa aí
Que estou voltando!
Avisa aí que estou voltando!
Estou voltando
Só que sei que o que sei hoje
É mais do que antes pensei saber!
Porque o que sei é apenas a parte
Que me foi possível saber!
Mas é assim
Que estou voltando!
Estou voltando
Só não sei se posso ainda ser útil ao seus olhos
Ou produtivo quanto o queres
Porque o que produzo e transformo
Pode apenas ser necessário e útil para outros olhos.
Mas mesmo assim, avisa aí
Que estou voltando!
Estou voltando
Só não sei se volto maior ou menor
Do que me (re)conheces
Porque para mim estas escalas
Já não fazem ver aquilo que te (re)conheces
Mas avisa aí
Que estou voltando!
Estou voltando
Só que não posso marcar o lugar nem a hora
Porque agora o meu espaço
E o meu tempo
Já não se fazem assim tão linear
Mas avisa aí, que por agora
Que estou voltando!
Estou voltando
Só que não posso dizer o que sou
Ou o que fui para você
Porque estas classificações eu não faço
E quiçá um dia também você!
Mas avisa aí
Que EU estou voltando!
EU estou voltando
Só não sei se ainda tenho para onde voltar.
Será que fico? Será que volto?
O que deixei aí sei que preciso reinventar!
Será que posso? Que faço?
Se (revira)volto ou se devo voltar? Será?
Por agora...
Apenas avisa aí que vou voltar!
Coimbra, 29 de Julho de 2006
sexta-feira, agosto 18, 2006
Dia da Fotografia
domingo, agosto 13, 2006
Pá...
poderoso
esse
capaz
de esmagar
feito mosca
depois…
do alto
do seu trono
esboçar
um sorriso
progressista
Lourenço Cardoso
sexta-feira, agosto 11, 2006
terça-feira, agosto 08, 2006
Clipe Rita Ribeiro - Muzak
Tentei me iludir
a-Arrogância
disse delas não preciso
e da poesia e da paixão
tentei em vão me desvencilhar…
Mas como elas ardem
Aqui dentro
Falam, calam e atormentam
Como delas necessito
Como de suas palavras
De seus carinhos
Sempre imagináveis
E ternos e lentos e sôfregos
Em mim, como os desejo…
E como no desejo, sonhei-os intensamente
Como desejo-o e à poesia
Que cala, aqui
Imprevisível,
Inescrivível
São os sentidos
São os desejos
Irredutível
É o tempo
a-Arrogante a incapacidade
de falar-lhe
a respeito.
Rose Barboza, que sem um sim, leva a vida perguntando-se PRA QUÊ?
sexta-feira, julho 28, 2006
É um ser de espantos
É um ser de espantos
composto de olhos, boca, cabelos
e outros detalhes inapreensíveis.
É um ser diverso
desses universos
construído de impossíveis anversos,
um universo sem dimensões...
uma lágrima e um destino ...
um ser possível para os impossíveis
São as partes coloridas
ao ritmo paralisante da luz.
hora tranqüila
o desassossego.
É um ser dos contrários
e contrárioa a todas as leis - a desarmonia
mais incrível - e mais bela.
É a matéria
em estado puro
que se compõe de fantásticas visões
e se transforma em tempo - o tempo indefinível
da boca entreaberta, dos olhos brilhando, dos dedos trêmulos,
para além do que pode suportar
a frágil estrutura da emoção.
Rose Barboza, que vem escrevendo em dias de sim.
sábado, julho 15, 2006
Tão perto de mim
Na altitude mais escura que pude alcançar
Eu voltei do espaço e subi a montanha mais alta
E fiquei abobado com o clarão da lua
Alumiando, o capim, o chão, a mata, tudo
E peguei uns vagalumes na palma da mão
E passei a noite falando com o universo
Contemplando a natureza, o céu
Repousei, a cabeça sobre uma pedra
Amanheceu, despertei com o canto dos passarinhos
Macacos, saguis e bujius brincavam nas árvores
Me aproximei em silêncio, contemplei a simplicidade
Reparei nas maritacas, nas araras, nos papagaios
Um bem-te-vi me mostrou a casa do joão de barro
Arquitetura, engenhosidade, pureza
Me aproximei de um correguinho: ia pescar
Mas perdi a coragem, dispensei a vara
Poupei a isca, joguei fora o anzol
Me limitei a dar uns mergulhos
Naquele dia não quis matar
Nem uma formiga sequer, uma barata
Eu reparei quanto tempo na vida
Fiquei pensando em fama, sucesso, dinheiro
E agora me dava por conta de que a vida
É tão simples e que pra ser feliz
Basta sentir e viver o amor que é de graça sempre.
domingo, julho 09, 2006
sábado, julho 08, 2006
O mistério dessa casa deve estar entre águas: aquela que se deixa misturar, para formar da consistência da matéria-prima o produto bege-claro, leve, massa; e daquela que escorre, face abaixo mostrando que nessa mistura alquímica, trabalho e matéria são forjados em um só.
Rose Barboza e a Casa de Farinha, parte I
sexta-feira, julho 07, 2006
Pelo espaço distante
O grito universal ecoa
Na arquibancada, cadeiras numeradas
Na geral
Multidão enlouquecida
Vibrando com euforia
Estremece estádio inteiro
A energia que emana
Chega ao espaço sideral
Eu de lá de cima
Bem pra lá de Marte
Nem sei em que galáxia
Provavelmente Andrômeda
Ouvindo nas ondas de rádio
A festança dos terráqueos
Caras pintadas, cabelos
Chegam enfim as imagens
Com a eficácia do satélite lua
Bandeiras de todos os países
Balança meu coração
Emoção faz bater forte
Saudades do lar que um dia tive
Casa, família, amigos, discos e livros
Mas cresci e fui embora, deixando tudo pra trás
Quem eu mais amava partiu pra um mundo tão distante
Peguei uma nave e vim pro espaço infinito
Encontrar motivos pra continuar, vim sozinho na paz de Deus
Venci a solidão, os desejos, o sexo
De nada sinto falta, me encanta o brilho das estrelas
Daqui são gigantescas, de incalculável beleza
Viajo na velocidade dos ventos, do som, da luz, da vontade
Rumo ao desconhecido pra saber se encontro vidas
Mais a cada 300 anos, relembro os tempos da terra
A copa do mundo.
Tião Nicomedes.








